Depois de uma pequena pausa, chegamos finalmente à terceira parte da série de posts sobre o uso de frameworks Python no Google App Engine. Após abordar o uso do Django e do web2py no App Engine, agora veremos como usar o Flask, um microframework para Python baseado no Werkzeug, no Jinja2 e em boas intenções. Diferente do Django e do web2py, o Flask não possui uma camada de abstração do banco de dados, não é um framework full stack. Trata-se de uma excelente decisão de design, uma vez que é possível trabalhar com o SQLAlchemy (ou qualquer outro ORM) em sistemas que usam bancos de dados relacionais, e a API nativa para os bancos de dados não relacionais, quando for o caso. Continue Reading »
Chegamos à segunda parte da série de posts sobre o uso de frameworks Python no Google App Engine. O framework da vez é o web2py, um leve e poderoso framework web fullstack. Assim como o Django, um dos principais recursos do web2py é uma poderosa camada de abstração dos dados (DAL – data abstraction layer), mas diferente do Django, a camada de abstração de dados do web2py foi projetada para dar suporte a bancos de dados não-relacionais, e conta com suporte nativo ao BigTable. Continue Reading »
O Google App Engine é uma ferramenta sensacional para desenvolvedores web. Uma ferramente certamente útil e que deveria pelo menos ser experimentada por todo desenvolvedor web que se preza :) A primeira linguagem de programação suportada pelo App Engine foi o Python, e hoje a linguagem Java também é suportada. Python é uma linguagem com muitos frameworks web (muitos mesmo), e você pode usar alguns deles no App Engine. Resolvi, então, criar uma série com três posts sobre como usar três frameworks web Python no Google App Engine: Django, Flask e web2py.
Em todos os casos, desenvolverei uma aplicação simples, que será enviada para o Google App Engine e disponibilizada publicamente :) Nesta primeira parte, abordarei o Django, o mais famoso dentre os frameworks Python para a web. Continue Reading »
Baby steps, test-first, good enough code, red-green-refactor cycle, etc. Test-driven development (TDD) parte de vários princípios e práticas para construção de código de qualidade, com “garantia anti-bugs”. Com essa garantia, evangelistas apresentam o TDD como solução de qualidade para o produto que você constrói.
Recentemente, me peguei num momento de fanatismo por TDD e rodei um coverage num projeto que eu estava construindo, percebi que eu tinha 51% de cobertura de testes e resolvi que eu teria 100% de cobertura, e para isso eu fui praticar o amado TLD e assumir o compromisso de, daqui pra frente, fazer TDD para manter a cobertura em 100%. Continue Reading »
Agosto se aproxima e com ele alguns eventos bacanas de informática no Espírito Santo. No dia 19 de agosto, acontecerá o II Liberdade Interativa, na Faesa da Av. Vitória. Na ocasião, apresentarei a palestra “Django: o framework web para perfeccionistas com prazos”.
A programação completa do II Liberdade Interativa é a seguinte:
O evento acontecerá no mini-auditório da Faesa da Av. Vitória, no dia 19 de agosto de 2010 e começará às 19 horas. A inscrição será feita “na hora”, então não é necessário fazer inscrição previamente, basta aparecer :)
Já no dia 28 de agosto, acontecerá o II Workshop de PHP do Espírito Santo na UVV, em Vila Velha. Neste evento eu apresentarei junto ao colega de trabalho André Tagliati a palestra “CodeIgniter: turbinando a produtividade com MVC” e junto ao time da Giran um hands-on de Scrum entitulado “Aprendendo a começar um projeto com Scrum”.
A programação completa do II Workshop de PHP do Espírito Santo é a seguinte:
Neste caso, a inscrição é gratuita e obrigatória, e deve ser feita neste formulário. O evento acontecerá no dia 28 de agosto, a partir da 8:30 na UVV, campus Boa Vista.
Será um mês de boas atividades, e eu espero ver muita gente em todas elas =P