Catei o título do post sobre o II Liberdade Interativa, por que o evento manteve o padrão “show” de qualidade =D O II Workshop de PHP do Espírito Santo aconteceu no dia 28 de agosto de 2010, na UVV, e eu também apresentei uma palestra neste evento, sobre o framework, com um colega de trabalho, o André Tagliati. Apresentamos a palestra entitulada “CodeIgniter: Turbinando a produtividade com MVC”. Continue lendo →
Ontem aconteceu a segunda edição do Liberdade Interativa, um evento da comunidade Tux-ES. O evento contou com três apresentações: na primeira, a Rapha falou sobre o Bacula, uma ferramenta para backups de servidores em redes. Logo depois da Rapha, fui desafiado apresentei a palestra “Django: o framework web para perfeccionistas com prazo”. Fechando o evento, o colega M3nd3s apresentou a palestra “Iptables – Entendendo como fazer um firewall pessoal”. Continue lendo →
Depois de uma pequena pausa, chegamos finalmente à terceira parte da série de posts sobre o uso de frameworks Python no Google App Engine. Após abordar o uso do Django e do web2py no App Engine, agora veremos como usar o Flask, um microframework para Python baseado no Werkzeug, no Jinja2 e em boas intenções. Diferente do Django e do web2py, o Flask não possui uma camada de abstração do banco de dados, não é um framework full stack. Trata-se de uma excelente decisão de design, uma vez que é possível trabalhar com o SQLAlchemy (ou qualquer outro ORM) em sistemas que usam bancos de dados relacionais, e a API nativa para os bancos de dados não relacionais, quando for o caso. Continue lendo →
Chegamos à segunda parte da série de posts sobre o uso de frameworks Python no Google App Engine. O framework da vez é o web2py, um leve e poderoso framework web fullstack. Assim como o Django, um dos principais recursos do web2py é uma poderosa camada de abstração dos dados (DAL – data abstraction layer), mas diferente do Django, a camada de abstração de dados do web2py foi projetada para dar suporte a bancos de dados não-relacionais, e conta com suporte nativo ao BigTable. Continue lendo →
O Google App Engine é uma ferramenta sensacional para desenvolvedores web. Uma ferramente certamente útil e que deveria pelo menos ser experimentada por todo desenvolvedor web que se preza :) A primeira linguagem de programação suportada pelo App Engine foi o Python, e hoje a linguagem Java também é suportada. Python é uma linguagem com muitos frameworks web (muitos mesmo), e você pode usar alguns deles no App Engine. Resolvi, então, criar uma série com três posts sobre como usar três frameworks web Python no Google App Engine: Django, Flask e web2py.
Em todos os casos, desenvolverei uma aplicação simples, que será enviada para o Google App Engine e disponibilizada publicamente :) Nesta primeira parte, abordarei o Django, o mais famoso dentre os frameworks Python para a web. Continue lendo →